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Alimentação e agroalimentar

Uma nova abordagem à higiene agroalimentar.

O ácido hipocloroso abre novas formas de repensar a higiene e o tratamento da água — processos mais simples, rápidos, eficientes e sustentáveis, concebidos para cada aplicação.

  • Simplificar protocolos
  • Agilizar operações
  • Otimizar recursos

Explorações · Água e biossegurança

Água de abeberamento na produção animal.

Tratamos a água dos animais como a nossa?

Numa exploração, a água atravessa depósitos, tubagens e bebedouros. A sua qualidade deve manter-se em toda a rede, até ao ponto onde o animal bebe. Os padrões de abastecimento e consumo são diferentes dos nossos, por isso o tratamento tem de ser validado para cada exploração.

A água faz parte da biossegurança

  1. 1

    Não bebem como nós

    As pessoas bebem por episódios. Os animais têm água sempre disponível através de uma rede de bebedouros.

  2. 2

    O mesmo limite?

    Os critérios de referência para a água de consumo humano não definem por si só a dose ótima numa exploração.

  3. 3

    Uma abordagem com HClO

    Definir objetivos e ajustar o tratamento dentro de intervalos validados e utilizações autorizadas.

O objetivo

Maior controlo microbiológico, sem comprometer o consumo de água nem o bem-estar animal.

Parâmetros a controlar

  • Qualidade inicial da água

    Carga microbiológica e características da água.

  • pH e cloro livre

    Valores reais nos depósitos e pontos de abeberamento.

  • Biofilme na rede

    Estado das tubagens, depósitos e bebedouros.

  • Consumo e bem-estar

    Como os animais respondem ao protocolo.

  • Acompanhamento contínuo

    Registar medições e ajustar consoante os resultados.

Os ensaios laboratoriais não demonstram por si só segurança, eficácia nem autorização para dosear a água de abeberamento.

Com biofilmeSem

Biossegurança · Biofilme

O risco invisível nas tubagens.

Quando pensámos pela última vez na tubagem como parte da higiene da água?

O biofilme pode transformar uma rede de distribuição num reservatório de contaminação. Tratar a água sem controlar o biofilme resolve apenas parte do problema — uma tubagem aparentemente limpa pode esconder comunidades microbianas aderidas às paredes.

Como o HClO atua sobre o biofilme

  1. 1

    Contacto

    O HClO entra em contacto com a camada aderida às paredes da tubagem.

  2. 2

    Penetração

    Pode alcançar microrganismos protegidos pela matriz superficial.

  3. 3

    Oxidação

    Oxida componentes essenciais das células microbianas.

  4. 4

    Controlo e arrastamento

    O protocolo e o fluxo ajudam a soltar e retirar o material.

  • Inspecionar a rede

    Depósitos, tubagens, válvulas e bebedouros — localizar os pontos críticos.

  • Medir e ajustar

    pH, cloro livre e condições de aplicação nos pontos relevantes.

  • Verificar a eficácia

    Acompanhamento microbiológico e manutenção confirmam os resultados.

Diagrama concetual. Os relatórios microbiológicos apresentados não constituem por si só um ensaio de remoção de biofilme em tubagens.

Matadouros · Lavagem de carcaças

Uma nova barreira de controlo microbiológico.

Aplicação direta de HClO na carcaça — sem enxaguamento posterior.

Aplicado diretamente na carcaça, o ácido hipocloroso intervém logo no início do processo: menos contaminação desde o ponto de entrada, menos oportunidades de contaminação cruzada e melhor higiene em toda a operação.

  1. 1

    Ponto de intervenção

    O HClO é aplicado diretamente na carcaça como etapa antimicrobiana, sem enxaguamento.

  2. 2

    Atuar no início

    Aplicação à entrada das carcaças, para uma contaminação inicial menor.

  3. 3

    Impacto na fábrica e no produto

    Melhor higiene em toda a operação.

  • Menor carga microbiana
  • Menos contaminação cruzada
  • Maior vida útil
  • Maior segurança alimentar
  • Sem enxaguamento posterior

Fábricas · Desinfeção de superfícies

Higiene em 2 passos: simplificar o processo, manter o controlo.

É possível simplificar a higiene sem perder eficácia? E se inovar fosse juntar etapas em vez de acrescentar novas?

Menos água. Menos tempo. Menos efluentes. O mesmo objetivo de higiene.

Método convencional

4 passos
  1. 01EspumaSolta a sujidade
  2. 02EnxaguamentoRetira espuma e sujidade
  3. 03DesinfeçãoInativa microrganismos
  4. 04EnxaguamentoRetira o desinfetante

Com ácido hipocloroso

2 passos
  1. 01EspumaSolta a sujidade
  2. 02Enxaguamento com HClORetira a sujidade e desinfeta
  • Menos consumo de água
  • Menos águas residuais a tratar
  • Menos tempo de limpeza

Fábricas · Desinfeção ambiental

O equipamento determina o sucesso da higiene.

O produto é importante — mas é a tecnologia de aplicação que determina como, onde e com que eficácia atua.

Um operador trata uma nave de produção com um pulverizador eletrostático de mochila

ULVe

Pulverização eletrostática
Como funciona
As microgotas carregadas são atraídas pelas superfícies, melhorando a deposição e a cobertura.
Tamanho da gota
Depende do equipamento e da regulação.
Utilização habitual
Indústrias alimentares, unidades de processamento, zonas de manuseamento e superfícies de contacto.
Um gerador móvel de névoa seca a nebulizar uma nave de produção

Névoa seca

Aerossol ultrafino de longa suspensão
Como funciona
As gotas ultrafinas mantêm-se mais tempo no ar, distribuem-se de forma homogénea e chegam a cantos e fendas, com um molhamento mínimo das superfícies.
Tamanho da gota
Normalmente inferior a 10 µm.
Utilização habitual
Áreas de processamento, câmaras frigoríficas, laboratórios e espaços que exigem baixa humidade residual.
  • Desinfeção total

    Elevada eficácia antimicrobiana.

  • Ação rápida

    Tempo de contacto curto, 30–60 min.

  • Segura

    Não tóxica, sem tempo de espera após a aplicação.

  • Nada a retirar

    Não é preciso retirar os equipamentos da sala.

Cada aplicação deve respeitar as utilizações autorizadas, as condições de ensaio e os requisitos higiénico-sanitários do setor.

Vamos conceber o protocolo de higiene para as suas instalações.